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quarta-feira, 20 de maio de 2015

De onde vem as minhas dívidas?

DINHEIRO  O Ini­cio da Cura O pri­meiro passo para resol­ver qual­quer pro­blema é conhecê-lo a fundo. em rela­ção ao endi­vi­da­mento não é dife­rente, assim, antes de tudo é neces­sá­rio que você conheça bem a doença, suas face­tas e acima de tudo entenda a sua parte no pro­cesso de cura. É esta a empresa que nos lan­ça­re­mos a par­tir de agora.
Ori­gem do Endividamento
Por mais mais sim­pló­rio que pareça des­co­brir a ver­da­deira ori­gem de seu endi­vi­da­mento tal­vez seja opasso mais impor­tante para recu­pe­rar a suas saúde finan­ceira, isto por­que conhe­cendo a ori­gem real do mal você poderá ata­car a causa da doença e não os seus sintomas.

Assim, no intuito de conhe­cer a ori­gem real de suas dívi­das ana­li­sa­re­mos os fato­res exter­nos e inter­nos que levam ao endividamento.

Endi­vi­da­mento oriundo de Fato­res Externos
Se diz que a dívida tem ori­gem em fato­res exter­nos quando ela se ori­gina de situ­a­ções emer­gên­cias tais como doen­ças, mor­tes, aci­den­tes, desem­prego, cri­ses econô­mi­cas, etc.; enfim, fato­res alheios à von­tade do ser humano, e que lhe obri­gam a gas­tar mais do que tem, de forma que a pes­soa acaba por fazer alguma espé­cie de emprés­timo para poder cobrir a emergência.

É aquela dívida que surge  quando o sujeito é obri­gado a gas­tar mais do que pode não por­que quer, mas por­que de fato pre­cisa e muito fazê-lo, é uma situ­a­ção na qual o sujeito não pode sequer esco­lher em gas­tar ou não gastar.

É o gasto com a filha doente no hos­pi­tal; com uma cadeira de rodas para mãe; com um remé­dio para o pai; é o emprés­timo tomado para com­prar comida por­que a mesma aca­bou. Não é enfim a dívida que se ori­gi­nou por­que o sujeito resol­veu tro­car de carro ou refor­mar a casa, por­que estas dívi­das tem ori­gem interna, na von­tade interna do sujeito em fazer aquilo, ao con­trá­rio das de ori­gem exter­nas que tem ori­gem em uma real  e urgente neces­si­dade maior e externa a von­tade do sujeito.

As dívi­das ori­gi­na­das por fato­res exter­nos, ao con­trá­rio do que o senso comum acre­dita, são as mais fáceis de resol­ver e cor­res­pon­dem a uma dimi­nuta par­cela dos casos de super endividamento.

Endi­vi­da­mento oriundo de Fato­res Internos
Os fato­res inter­nos são aque­les rela­ci­o­na­dos à natu­reza psí­quica do ser  humano, a maneira com que cada ser humano se rela­ci­ona com o mundo: seus sonhos, modo de orga­ni­za­ção pes­soal e fami­liar, conhe­ci­mento, espe­ran­ças, aspi­ra­ções, repre­sen­ta­ções soci­ais, enfim, o modo de vida de cada um.

Enfim é a dívida que foi ori­gi­nada pela von­tade cons­ci­ente ou incons­ci­ente do sujeito, é a dívida cujo bolo cres­ceu pelas pró­prias mãos do endividado.

A abso­luta mai­o­ria das dívi­das são ori­gi­na­das por fato­res inter­nos, e mais do que isto, mesmo quando uma dívida é gerada por fato­res exter­nos, são os fato­res inter­nos do indi­vi­duo (erros de aná­lise, des­con­trole,  vai­dade, etc) que aca­bam cri­ando o mons­tro do super endividamento.

De fato os fato­res inter­nos são tão mais impor­tan­tes no endi­vi­da­mento que pode­mos inclu­sive arro­lar uma série de carac­te­rís­ti­cas que se fazem pre­sen­tes em quase cem por­cen­tos dos indi­ví­duos super endi­vi­da­dos, de onde se con­clui que a dívida muito mais do que um pro­blema finan­ceiro a um pro­blema na forma de viver a vida.

Escrito por Gabriel Rodrigues Garcia
fonte:estouendividado.com.br

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