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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Endividamento uma Doença

DINHEIRO  As dividas são como uma doença sendo como tal, pode ser tratada, creia há cura ainda que vai custar-lhe travar uma grande batalha.lute e acredite na vitória.

Endividamento uma doença   Pla­tão dizia exis­tir as doen­ças da alma e as doen­ças do corpo. o endi­vi­da­mento é uma doença que se ins­tala na alma e acaba com o corpo. É uma doença sor­ra­teira que começa de leve:  uma noite sem dor­mir ali, uma insô­nia aqui, até que um dia todo o corpo está tomado e a depres­são ins­ta­lada na alma,  levando a perda de auto-estima, des­truindo rela­ções soci­ais, empre­sas, car­rei­ras,  famí­lias e até  vidas. Quem já pas­sou por isto sabe bem como é, no iní­cio é só um pro­blema entre você e o tra­ves­seiro, mas depois as liga­ções, as car­tas de cobrança, as nega­ti­vas de cré­dito, a cobrança fami­liar e as pres­sões soci­ais, vão levando  ao deses­pero e neste ponto, para sair do buraco, você acaba por criar uma dívida ainda maior do que a ante­rior para ten­tar sol­ver as obri­ga­ções urgen­tes, rene­go­ci­ando tudo, mas isto de nada adi­anta, pois  no mês seguinte tudo se repete, e assim suces­si­va­mente até o momento em que o cré­dito acaba e a roda da bici­cleta para de girar e o endi­vi­dado cai de cara no chão, ator­do­ado e sem saber o que fazer. Neste está­gio a doença começa a dete­ri­o­rar as rela­ções soci­ais: casais con­fun­dem o pro­blema da dívidacom os do rela­ci­o­na­mento e aca­bam se sepa­rando; sócios bri­gam, um colo­cando a culpa no outro e aca­bam com a empresa, levando uma leva de desem­pre­ga­dos para rua; empre­gos de anos são per­di­dos, pois o endi­vi­dado não con­se­gue mais se con­cen­trar no tra­ba­lho, e, de outra sorte as liga­ções  enchem a Dívi­das, uma doença? paci­ên­cia até mesmo de seu chefe; ami­gos e paren­tes se afas­tam com medo de serem mor­di­dos e infec­ta­dos pelo vírus; e na  mesa do endi­vi­dado não comem mais os paren­tes e ami­gos, mas tão somente os cre­do­res, os quais muni­dos de uma gula insa­ciá­vel não dei­xam mais do que miga­lhas para o enfermo. Enfim com o pas­sar do tempo sur­gem toda sorte de com­pli­ca­ções e diante de tanta pres­são um qua­dro gene­ra­li­zado de estresse se ins­tala, debi­li­tando o orga­nismo, bai­xando a imu­ni­dade do endi­vi­dado e pro­pi­ci­ando o apa­re­ci­mento de doen­ças opor­tu­nis­tas, como depres­são, gri­pes, ago­ra­fo­bias, queda de cabelo, pres­são alta, gas­tri­tes, úlce­ras, infar­tos,  enfim toda sorte de dis­túr­bio orgâ­ni­cos, até mesmo, segundo alguns o câncer. O Cân­cer, por exem­plo, surge como uma indi­ca­ção de pro­ble­mas em outras áreas da vida da pes­soa, agra­va­dos ou com­pos­tos de uma série de estres­ses que sur­gem de 6 a 18 meses antes de apa­re­cer o Cân­cer. foi obser­vado que as pes­soas rea­gi­ram a esses estres­ses com um sen­ti­mento de falta de espe­rança, deses­pero, desis­tindo de lutar por uma vida melhor. acredita-se que essa rea­ção emo­ci­o­nal dis­para um con­junto de rea­ções fisi­o­ló­gi­cas que supri­mem as defe­sas natu­rais do corpo, tornando-o sus­ce­tí­vel à pro­du­ção de célu­las anor­mais, devido a um dese­qui­lí­brio pro­fundo men­tal, hor­mo­nal, orgâ­nico e psicológico.(…) Des­co­ber­tas recen­tes foram pri­mor­di­ais para paci­ente can­ce­roso, por­que suge­rem que efei­tos do estresse emo­ci­o­nal podem depri­mir o sis­tema imu­no­ló­gico, aba­lando as defe­sas natu­rais con­tra o Cân­cer e outras enfer­mi­da­des. há mai­o­res pos­si­bi­li­da­des de que ocor­ram doen­ças após acon­te­ci­men­tos alta­mente estres­san­tes na vida da pes­soa. quando uma pes­soa sofre dis­sa­bo­res emo­ci­o­nais, há um aumento não só das doen­ças reco­nhe­ci­da­mente sus­ce­tí­veis à influên­cia emo­ci­o­nal: úlce­ras, aumento da pres­são san­guí­nea, doen­ças car­día­cas, dores de cabeça, mas tam­bém de doen­ças infec­ci­o­sas, dores lom­ba­res e até acidentes. ( O Estresse e as Doen­ças Psi­cos­so­má­ti­cas, em http://www.icb.ufmg.br/lpf/revista/revista1/volume1_estresse/cap2_cancer.htm ,  aces­sado em 11/01/2009)   Como se vê caros lei­to­res o endi­vi­da­mento não é só um fator finan­ceiro na vida da pes­soa, mas mais do que isto uma doença que pode arra­sar com a vida de qual­quer um. De fato, tanto assim, que alguns paí­ses tra­tam o super endi­vi­da­mento como uma ques­tão de saúde pública, nos Esta­dos Uni­dos por exem­plo exis­tem ser­vi­ços dis­po­ni­bi­li­za­dos pelo governo, ONG, e pelo pró­prios Ban­cos que atuam no sen­tido de ori­en­tar pes­soas endi­vi­da­das a lidar com o pro­blema e sair desta situação. Infe­liz­mente esta noção ainda não existe no Bra­sil, mas é urgente que o poder público, face ao aumento da oferta do cré­dito no mer­cado que hoje já supera 30% do PIB, (Pro­duto Interno Bruto), crie meca­nis­mos para o tra­ta­mento dos super endi­vi­da­dos, pois esta­mos  virando  uma nação de endi­vi­da­dos, de apo­sen­ta­dos e tra­ba­lha­do­res que não tem mais acesso aos seu salários. Pois bem caro lei­tor  exposta a doença e o seu alcance, cabe dar a boa notí­cia de que ape­sar de grave, esta é uma doença per­fei­ta­mente curá­vel, sendo que o remé­dio para esta doença é o assunto dos  pró­xi­mos capí­tu­los deste livro, o qual pre­tende ser uma fer­ra­menta de auxí­lio não só para aque­les que se encon­tram endi­vi­da­dos, mas tam­bém para  quem por ques­tões pes­so­ais ou pro­fis­si­o­nal tenha inte­resse em conhe­cer melhor o assunto.  fonte:estouendividado.com.br  autor Gabriel Garcia.

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